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27/09/2003 04:18
Eu clamo pela morte
Eu clamo pelo alvorecer
Um corvo pousa no lustre
para procurar além dos seres silenciosos
completamente só
os véus se rasgarm agora
As lágrimas que dançam por meu rosto
Neste triste anoitecer
Aflija-se na noite
Sinta o cansaço da vida
Aflija-se pelo dia
Veja ela em direção a luz!
Além dos véus do alvorecer
Onde as sirenes tocam
O por do sol me apreende enquanto eu ando
Com a escuridão chegando
Eu, condenado levanto-me para cair
Assim eu ouço o corvo me chamando
A beleza do luar se perdendo
Eu queria ver o amanheçer de minha amada
Distante, bem abaixo do céu, estou perdido
Sinto a noite dentro de mim
Onde uma vez, pálido e frio
Os restos de meu ser levantou-se
Para vagar pela ruina dos sonhos...

enviada por †Ðevanei؆






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